Poesia Adormecida | por Fernanda Noal

por Fernanda Noal

Poesia estagnada, adormecida em meus ombros
Pesa a ponto de encurvar a postura
Curva os nossos sorrisos e aos poucos
Alinha os delírios com a loucura

Perco-me nessas linhas
Que repousam nessas páginas
Cobertas de poeira e carcomidas pelas traças
Que curam os nossos sorrisos e aos poucos
Alinham os sentidos com a loucura.

 

Fernanda Noal é gaúcha e mora atualmente no interior paulista. Já participou de diversas coletâneas de contos e poemas. É membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB) e faz parte do Projeto Passo Fundo, de apoio à Cultura. Escreve n’O Partisano quinzenalmente às quartas-feiras.

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