A vida de Maradona em 60 fotos

A trajetória do ídolo do futebol latino-americano, desde o sonho de “ganhar a oitava divisão” até a carreira como técnico

Imagem: Antonio Gravante
por Página 12, com tradução de William Dunne

Diego Armando Maradona, um dos ícones máximos do futebol mundial, morreu nesta quarta-feira (25) a menos de um mês de completar 60 anos. Desde seu tempo de Cebollitas até seu presente como técnico do Gimnasia, passando por sua época dourada como jogador de futebol e sua trajetória como treinador, veremos 60 imagens que descrevem com perfeição uma vida irrepetível, que inclusive supera qualquer roteiro cinematográfico.

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Diego com os Cebollitas, quando tudo era sonho.
A velha frase, quando o sonho era ser “campeão da oitava” [divisão].
No velho campo do Argentino Juniors, onde começou a deslumbrar.
Diego em sua primeira casa, em La Paternal, Buenos Aires, na rua Lescano.
Com a camisa argentina, seu grande amor.
Uma dupla inesquecível com Ramón Díaz, no Mundial juvenil de 1979.
Quatro gols no Boca, depois que Gatti o chamou de “gordinho”.
Sua primeira partida oficial pelo Boca, com dois pênaltis convertidos contra o Talleres de Córdoba.
Um grito de gol repetido naquele Boca de 1981.
O sorriso interminável naqueles anos felizes.
A fase no Barcelona, um processo com mais tristezas do que alegrias.
Em Barcelona com Jorge Cyterszpiller, seu grande e primeiro empresário.
A língua de fora, uma imagem icônica e recorrente durante sua carreira.
O início de um romance eterno com o Napoli.
Diego e o amor pela bola, durante a Copa do México de 1986.
Com Bilardo, no México, no torneio que marcaria o auge de sua carreira.
A comemoração de sua obra máxima, o segundo gol contra a Inglaterra no estádio Azteca.
O beijo na Copa do Mundo, sua imagem mais representativa.
O Scudetto com o Napoli, um cartão postal da sua passagem histórica pela Itália.
Na Copa de 90, sem gols próprios mas com a assinatura intacta de um grande líder.
Sua última temporada no Napoli, frustrada pelo doping contra o Bari.
A boa relação com Menem, que se rompeu depois da detenção no departamento da rua Franklin.
O primeiro retorno com o Sevilha, depois do primeiro doping na Itália.
A volta à Argentina para jogar no Newell’s, com o mundial no alvo.
Contra a Grécia nos EUA, quando parecia que iria ter sua grande revanche.
O passe para Caniggia, logo antes do segundo gol contra a Nigéria.
Pelas mão da enfermeira Sue Ellen Carpenter, para o corte mais famoso.
Mandiyú e Racing, suas primeiras experiências como treinador.
A volta ao Boca, com Giannina, Dalma e a mecha amarela em protesto contra Passarella.
O galardão em Oxford, quando o nomearam Mestre Inspirador de Sonhos.
O mítico selinho em Caniggia, em uma goleada do Boca de 4×1 em cima do River, no estádio La Bombonera.
A camisa do Boca com faixas brancas, um de seus primeiros encontros com Mauricio Macri.
A recuperação em Cuba, quando disse que se sentia mais sozinho que Kung Fu.
A homenagem no campo do Boca.
Fumar charutos, um costume que levou de Cuba.
Sempre no seu palco da Bombonera, inspirando o Boca.
Não importa o momento nem a ocasião, a camisa da Argentina sempre presente.
Sempre disposto a colaborar com partidas beneficentes, mesmo que não pudesse jogar.
O sobrepeso o levou a passar por uma cirurgia no estômago.
A torcida de sempre pela equipe da Copa Davis, que o levou inclusive até a final contra a Croácia em 2016.
A notável mudança de visual para seu retorno no A Noite com o Dez.
O amor à bola nunca terminou.
O convite para o Carnaval do Rio ele não iria perder.
A partida Unidos Pela Paz, em Roma, o teve como principal personagem.
Em 2008 realizou seu outro grande sonho, dirigir a seleção argentina.
As Eliminatórias foram um sufoco, até o alívio no final contra o Uruguai.
Junto com Lionel Messi, a quem ajudou a melhorar as cobranças de falta.
A Copa da África do Sul acabou sendo sua grande frustração, com a eliminação nas quartas de final.
A despedida da seleção, com acusações contra Julio Grondona.
Nova mudança de visual, à espera de outra oportunidade como técnico.
Al Wasl, o primeiro time que confiou nele como técnico depois da passagem pela seleção argentina.
O retorno à Itália em 2016, depois de muitos anos sem poder voltar.
No último encontro, em 2016, com Pelé, a quem mandou felicitações recentemente pelo aniversário de 80 anos.
Al Fujairah, seu outro time na experiência no Oriente Médio.
Em Dubai ouve um idílio no início, mas acabou quando o time não subiu.
O grito para o céu, pelo gol da Argentina contra a Nigéria na Copa da Rússia.
Durante a Copa da Rússia de 2018 as câmeras estiveram sempre atentas a seus movimentos.
Sua passagem pelo Dorados de Sinaloa, no México, não foi coroada pela ascensão à primeira divisão.
O Gimnasia decidiu contratá-lo, e assim voltou ao futebol argentino após mais de uma década.
No banco do Gimnasia, seu último time, aguardando a reestreia.

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