Parasita monárquico morre e dá esperanças à humanidade

O príncipe Philip saiu de cena nesta sexta-feira (9), aos 99 anos, deixando um legado de um século de racismo e inutilidade

Princeso sobre tela
por Bibi Tavares

Mais um ano de comemorações pela morte da bruaca de ferro Margaret Thatcher, que faleceu em 8 de abril de 2013, ilumina nossa semana. Apesar do aniversário ser dela, quem ganhou o presente fomos nós, mais um parasita monárquico empacotou. O príncipe Philip saiu de cena nesta sexta-feira (9), aos 99 anos, deixando um legado de um século de racismo e inutilidade. Desse jeito, a gente começa até a ter esperança na humanidade, pois temos a certeza de que véio rico também morre.

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Philip era muito conhecido por “comentários fora de hora”, como se referem a maioria dos grandes veículos para falar dos episódios infames em que ele foi racista ou, simplesmente, um fulano na monarquia. Inclusive, chega a ser inacreditável pensar que existe hora certa pra explicitar tanto preconceito, racismo, xenofobia e simpatia por ditadores. Em um encontro com o também presunto Alfredo Stroessner, ditador do Paraguai, em 1963, Philip disse que era “um prazer estar em um país que não é governado por seu povo”.

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Enquanto isso, a GloboNews só falta chorar ao vivo a morte de um típico nazista mais ou menos enrustido. Alguém tem que ver de qual buraco tá saindo esses fãs da família real e ir lá fechar. Em 100 anos de existência, a única coisa útil que Philip fez foi segurar um guarda-chuvas para o Lula, numa visita do então presidente do Brasil à rainha da Inglaterra. Falando em rainha, essa é outra que tá fazendo hora extra. E aí, Elizabeth, quer viver ou quer durar? Viúva pela segunda vez, todo mundo sabe que foi a própria que povoou o mundo junto com o tal Adão. As informações é de que eles se conheceram em algum estúdio de novelas da Record.

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Travestidas de “gafes”, as falas eugenistas do falecido incluem: “Eu quero reencarnar como um vírus letal para resolver o problema da superpopulação do planeta”. Bom, pelo visto alguém chegou antes e reencarnou como o próprio coronavírus. Quem será? Hitler? Mas, se o Philip for esperto, ele volta em breve como um novo tipo de gripe suína. Feliz da vida mesmo deve estar a Betinha, que se livrou de um cadáver ambulante que só estava ocupando espaço no leito real. Agora a rainha vai poder dormir em X, bem plena. Falando em rainha, com a morte do Philip, podemos garantir que reptiliano também morre e ainda vai ser enterrado a sete palmos nessa terra plana. Vai-se um parasita social.

 

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