“Eu disse ‘TORRADA’”, Bolsonaro desmente comunistas

Mais uma vez o presidente é alvo de fake news da imprensa bolivariana, mesmo depois de tentar ser simpático com jornalista e oferecer comida, como sempre costuma fazer

Imagem: reprodução
por William Dunne

Mais um complô comunista foi desmantelado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. Ontem (23) o presidente teria, segundo a extrema-imprensa, “ameaçado” um jornalista do jornal O Globo (espécie de sucursal do Pravda no Brasil). Nas palavras sórdidas dos jornais o inocente mandatário teria dito: “Minha vontade é encher sua boca com uma porrada”. O objetivo da conspiração esquerdista é apresentar nosso Messias como um desequilibrado que não respeita questionamentos, nem o contraditório ou as instituições.

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Os farsantes não esperavam, porém, que o presidente desmontasse mais uma mentira urdida pelo Foro de São Paulo para atingi-lo. Nossa repórter no Palácio da Alvorada, Ema Runner, pegou uma declaração exclusiva do Messias para esclarecer os fatos de uma vez por todas: “Na verdade eu não disse ‘encher sua boca de porrada’, o que eu disse foi ‘encher sua boca de torrada’, talkey?”

Mais uma vez o presidente deu a outra face e tentou ser simpático com os ardilosos profissionais da imprensa. E mais uma vez foi apunhalado pelas costas. O jornalista tinha perguntado ao presidente sobre os cheques que teriam sido depositados na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro, no valor de R$ 89 mil, pelo ex-assessor Flávio Queiroz e sua esposa, Márcia Aguiar. Quando Bolsonaro se preparava para responder, ofereceu, por educação, uma torrada ao repórter, que preferiu inventar história do que apurar a notícia.

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Depois de esclarecer a confusão, Ema Runner aproveitou para retomar a pergunta do repórter, querendo saber dos depósitos em cheque na conta de Michelle. Infelizmente era hora do café da manhã, e Bolsonaro ofereceu uma torrada para ela também. “Toma aqui uma torrada na sua boca”, disse cordialmente nosso líder. E solicitou aos presentes: “Alguém tem geleia aí, traz aqui pra minha amiga Ema”.

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