Atentado perdigocida: Bolsonaro confunde gari com Doria e tenta matá-lo

Nossa reportagem investigativa conversou com uma ema que testemunhou todo o ocorrido, revelando-nos a história por trás das imagens que tomaram a Internet ontem

Bolsonaro alucinado de cloroquina
por William Dunne

Aconteceu na tarde de ontem (23), nos arredores do Palácio do Planalto, em Brasília. Inocentemente, um gari varria a calçada quando foi interpelado pelo emafóbico Jair Bolsonaro. O Messias, sem máscara, aproximou-se da vítima e mobilizou todo seu arsenal de perigosos perdigotos homicidas. Conforme as imagens divulgadas amplamente pela imprensa mostraram, Bolsonaro conversou com o gari de uma distância bem próxima, colocando em risco a saúde do trabalhador. Caso o gari sobreviva a esse ataque, Bolsonaro já garantiu que tão cedo ele não se aposentará.

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Bolsonaro sabe que está infectado pelo coronavírus e das potenciais consequências de seu passeio pelo perímetro do Palácio. Em um país sério, o presidente responderia por tentativa de assassinato. No Brasil, contudo, uma parte da população quer pular do penhasco e arrastar a outra parte junto, votando em um programa de suicídio coletivo. Como aconteceu nas eleições de 2018, com um resultado de mais de 84 mil mortos pela Covid-19 até agora.

Sem máscara, Bolsonaro conversa com funcionários do Palácio da Alvorada, cheio de vontade de infectar. Imagem: Adriano Machado/Reuters

Há, no entanto, uma explicação menos geral para o ocorrido nas imediações da residência presidencial. Segundo uma ema que frequenta o local a insólita peripécia teria sido motivada por desavenças pessoais. “Aquele fujão está alucinado de cloroquina, confundiu o gari com o João Doria vestido de gari, coitado do gari”, disse a simpática ave referindo-se ao governador de São Paulo, que sofre de delírios de pobreza desde que a demagogia subiu à sua cabeça em forma de pingado.

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Segundo a emplumada testemunha, ao avistar o gari, Bolsonaro pensou que fosse o próprio João Doria fantasiado de trabalhador. Imediatamente o presidente pegou sua moto e correu até a pobre vítima, disparando em seguida sua metralhadora de perdigotos, visando eliminar um dos candidatos adversários. Assim como Bolsonaro, João Doria está em campanha presidencial permanente há muitos anos. Só a esquerda ainda não tem um candidato definido para 2022.

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